segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Exorbitante noite

                          

Em um único anseio,a noite vem me atormentar.
Lembranças de um passado não vivido,sentimentos que me levam à loucura mais drástica; ao meu mundo em preto e branco e à uma vida de angústia,medo,receio de desbravar esse mundo mental sozinha.
Mas ao mesmo tempo tudo isso me lembra de coisas de um passado que eu mesma não vivi mas minha alma já; felicidade,amores,olhares.
Só que você não tem me deixado ir,você não tem me deixado ver o que realmente há comigo.
Olho para o céu - exorbitante céu! repito eu - me leve com o jugo da estrelas que funesta sobre a terra,sobre minha mente,minha alma,minha vida,meu coração.
É somente você que me deixa assim,é você que deixa minha vida saber à paixão.
Agreste noite,repito mais uma vez; leve-me junto ao jugo das estrelas que funesta sobre a terra.
Essa dolente vida me faz querer seu abraço,seu aconchego,seu amor; mas a única coisa que me dá é o entono de prepotência que faz minha vida ter desventuras.
Mais uma vez repito,noite me leva contigo junto ao julgo das estrelas que funesta sobre a terra.

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